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 Pérolas aos Porcos Marcos Mazzaro I’ m Sorry, Zorro. Nem você nem qualquer herói (E menos ainda os superdotados das HQs vão dar mais jeito...)
Nem Dandis, Nem Flaneurs, nem Moderninhos, Nem musica eletrônica, Nem...
Ecstasy.
Só. Um jato de esgoto escorre pelas ruas. É outono. As folhas não caem mais. Estamos nus num tempo sem Tempo.
Ai... Ai... Ai...Ui... Está proibido atirar nos veados campestres! Mas está aberta a temporada ( de caça, óbvio!) aos Papas, aos Terroristas, aos Chefes de Estado Inescrupulosos, a toda essa gentinha que pulula como perereca do brejo!
 Eles não estão em extinção mais! Eles se multiplicam.
(Miau...ummmmmmauauauauau.....rooooooonnnnnnnnn Daqui a pouco vou descobrir a fórmula da salvação da humanidade.)
Em um instante talvez, aqui, neste dia de outono, eu olhe para a janela do meu apartamento em Botafogo e enxergue o X da questão.
Lá fora anoitece. A cidade sorri nublada_ envergonhada quem sabe_ depois de tantas ponderações. (Pondera, Pondera, Pondera...Ah... Prefiro o Imponderável! )
Sou um Suposto...Ser Minha Lua Malhada diz. Quero ser Outra Coisa! Quero tragar fundo tudo. (Inclusive as sobras.) (Só Me resta catar Lixo.) Um Luxo!
(E olhar os chimpanzés, gatos e outros bichos cheio de Inveja).

Escrito por MARCOS MAZZARO às 20h25
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